Clique aqui para ir à página Inicial
Clique aqui para ir à página Inicial

"


As grandes empresas já estão na internet e as pequenas também já podem entrar. Segundo a professora da Faculdade de Comunicação e Arte da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Daniela Serra, investir no ambiente virtual já não é mais uma questão de luxo, mas de sobrevivência.

"Durante muito tempo, as organizações pensavam que ter um site era um modismo mas estão acordando para a necessidade de entrar também na competição on-line", enfatiza. No entanto, não se trata de abrir uma página na "rede" para entrar nessa nova filial de negócios. Os mais visitados, sem dúvida, são aqueles que sabem como utilizar a ferramenta para encantar o cliente.

A professora lembra que, para trafegar nesse ambiente, é preciso que o gestor modifique a sua cultura. Em outras palavras, não basta estar lá, é preciso atuar diariamente para ganhar a confiança e a preferência do cliente. Os erros, segundo ela, ficam por conta da confecção do site - muitas vezes amadora - e também pela falta de informação sobre como fazer negócios utilizado a internet. "Tem sites que não têm o e-mail da empresa e há casos de empresas que não conferem a caixa de entrada para ver se receberam alguma mensagem. Um site bem feito demanda investimento considerável", afirma.

A técnica responsável pela internet do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas), Daniela Almeida, afirma que há alternativas para as pequenas empresas que pretendem ingressar no ambiente virtual e que não dispõem de recurso para investir. Via Sebrae, é possível anunciar o produto/serviço na página da Bolsa de Negócios, por exemplo. Outra possibilidade é abrir um blog, ferramenta virtual sem custos que permite que o gestor possa divulgar a sua marca, disponibilizando dados e fotos para atrair os consumidores, trocar experiências com clientes ou mesmo iniciar um processo de discussão envolvendo a comunidade. Se a empresa tem o cadastro dos clientes, também pode utilizar o recurso e-mail para fazer contatos, enviar propostas ou divulgar ofertas direcionadas. "O ideal é ter o site também", aponta.

Primeiros passos - O professor do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Unatec, braço tecnológico do Centro Universitário UNA, Osmar Ventura, analisa que o Brasil está apenas começando a ocupar a "rede". "Tem muita coisa para acontecer ainda e as empresas terão que se agilizar para acompanhar o processo", afirma.

A resposta dos gestores tem sido positiva em relação ao uso da ferramenta virtual que, de uma forma ou de outra, já está incorporada aos mais diversos setores da economia.

O alerta, no entanto, é para que as organizações saibam como utilizar bem o espaço virtual que está disponível. Segundo Ventura, o poder da "rede" é inegável e pode resultar em efeitos positivos ou negativos para o negócio. Otimista em relação à "rede", ele acredita que esse posicionamento do mercado garante ao consumidor em potencial e também ao cliente já fidelizado, a chance de pesquisar preços, vantagens e ofertas com opções múltiplas.

A credibilidade desse sistema de vendas vai depender da experiência do consumidor. Se todos os pontos acertados na transação forem devidamente cumpridos - entrega, modelo, prazos - seguramente, a empresa ganhará a preferência do público. Há sites que, inclusive, recebem a mercadoria de volta e devolvem a quantia paga. Outro fator que deve ser privilegiado é a segurança. Ventura afirma que as atualizações devem ser constantes para acompanhar a demanda do mercado.

Fonte: Diártio do Comércio

Anterior | Índice de Páginas | Próxima
Sim
Não

:: Votar ::
:: Ver resultados ::


:: Buscar ::
Clique aqui para ir à página
:: Painel .